Ronaldo inspira Corinthians à vitória , com dois gols – Timão 3 x 1 Peixe
Por Gustavo Quattrone
“Estou muito feliz de ser rei por pelo menos um dia na casa do Rei.”. Essa foi a última frase dita por Ronaldo antes de ir para o vestiário após ter marcado dois gols contra o Santos na Vila Belmiro. O jogador foi essencial na vitória corinthiana.
Seu primeiro gol , o craque demonstrou que apesar de lento sabe dominar a bola como poucos. Já o segundo, foi um GOLAÇO! Após ser lançado por Elias, Ronaldo driblou o lateral Triguinho com um corte de “letra” e encobriu o goleiro Fabio Costa ,que estava adiantado(desnecessariamente, uma vez que haviam dois jogadores marcando o fenômeno).
Aos 32 anos e acima de seu peso ideal , o Fenômeno ainda dá mostras de um futebol de alto nível. Até o momento Ronaldo correspondeu à altura quando foi necessário. Marcou contra Palmeiras, São Caetano, São Paulo, Santos e outros. Gols importantíssimos que provam que o Fenômeno não é apenas uma jogada de marketing!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
O que o são-paulino aprendeu com o corinthiano
por Luiz Felipe Chaguri
Pode não ter sido a maneira mais saborosa de se aprender uma lição. Mas o que o torcedor tricolor demostrou ao incentivar o time, mesmo após estar perdendo por 2x0 no Morumbi foi algo que só um corinthiano faria.
A atitude da torcida tricolor foi até de certa forma surpreendente e acabou com um rótulo que a muito tempo tinha, como ''torcedores de finais '' ou de ''torcida acomodada''.
No jogo, o que se viu foi uma vitória dos visitantes incontestável no ponto de vista tático e físico. Muricy armou um time que nunca foi a campo em outra oportunidade e o Corinthians usou da calma, posse de bola e do brilho de seus três atacantes para matar o jogo no segundo tempo.
Agora para o SP, abatido ou não, tem os mata-matas da Libertadores para se recuperar do Paulista e quem sabe tirar mais um rótulo, o do técnico Muricy de ''amarelar em mata-matas''.
O Timão enfrenta o Santos na final, com as vantagens de poder empatar os dois jogos, ter o jogo da volta ''teoricamente'' em casa ( se a F.P.F. não complicar a tabela) e ainda não ter jogo durante o meio de semana pela Copa do Brasil.
Pode não ter sido a maneira mais saborosa de se aprender uma lição. Mas o que o torcedor tricolor demostrou ao incentivar o time, mesmo após estar perdendo por 2x0 no Morumbi foi algo que só um corinthiano faria.
A atitude da torcida tricolor foi até de certa forma surpreendente e acabou com um rótulo que a muito tempo tinha, como ''torcedores de finais '' ou de ''torcida acomodada''.
No jogo, o que se viu foi uma vitória dos visitantes incontestável no ponto de vista tático e físico. Muricy armou um time que nunca foi a campo em outra oportunidade e o Corinthians usou da calma, posse de bola e do brilho de seus três atacantes para matar o jogo no segundo tempo.
Agora para o SP, abatido ou não, tem os mata-matas da Libertadores para se recuperar do Paulista e quem sabe tirar mais um rótulo, o do técnico Muricy de ''amarelar em mata-matas''.
O Timão enfrenta o Santos na final, com as vantagens de poder empatar os dois jogos, ter o jogo da volta ''teoricamente'' em casa ( se a F.P.F. não complicar a tabela) e ainda não ter jogo durante o meio de semana pela Copa do Brasil.
sábado, 18 de abril de 2009
Os gigantes tem sempre a preferência
Por Gustavo Quattrone
Falta de critério! Erros gritantes! Cartões desnecessários! Esses são alguns problemas frequentes na arbitragem do futebol, principalmente no brasileiro. Quem não se lembra do vexame da máfia dos apitos no ano de 2005? Onde juízes como Edílson Pereira de Carvalho se deixaram corromper manipulando algumas partidas de futebol(na ocasião as 11 partidas o campeonato brasileiro apitadas por Edílson foram anuladas). O cara-de-pau foi chegou a ser preso pela Polícia Federal e ainda teve a audácia de fazer um livro próprio no qual contou suas histórias de roubalheira.
Praticamente três anos e meio após o escândalo verificamos ainda uma arbitragem completamente articuladora de resultados. Podemos pegar como exemplo os jogos da Copa do Brasil, onde times minúsculos enfrentam as grandes equipes do país. Na dúvida, os árbitros decidem favorecendo o maior. Não existe definição melhor do que a do jogador Denílson no intervalo do jogo entre Itumbiara x Corinthians, o jogador disse: “É aquela velha história, o time pequeno jogando contra o time grande.”
Até mesmo no mundo do futebol existe a marginalização. As equipes pequenas não tem vez no espetáculo. Por mais bem montada que for a equipe, sempre haverá alguém para empurrá-la para o fundo do poço. Não está na hora do jogo ser decidido na bola e não mais no apito?
Falta de critério! Erros gritantes! Cartões desnecessários! Esses são alguns problemas frequentes na arbitragem do futebol, principalmente no brasileiro. Quem não se lembra do vexame da máfia dos apitos no ano de 2005? Onde juízes como Edílson Pereira de Carvalho se deixaram corromper manipulando algumas partidas de futebol(na ocasião as 11 partidas o campeonato brasileiro apitadas por Edílson foram anuladas). O cara-de-pau foi chegou a ser preso pela Polícia Federal e ainda teve a audácia de fazer um livro próprio no qual contou suas histórias de roubalheira.
Praticamente três anos e meio após o escândalo verificamos ainda uma arbitragem completamente articuladora de resultados. Podemos pegar como exemplo os jogos da Copa do Brasil, onde times minúsculos enfrentam as grandes equipes do país. Na dúvida, os árbitros decidem favorecendo o maior. Não existe definição melhor do que a do jogador Denílson no intervalo do jogo entre Itumbiara x Corinthians, o jogador disse: “É aquela velha história, o time pequeno jogando contra o time grande.”
Até mesmo no mundo do futebol existe a marginalização. As equipes pequenas não tem vez no espetáculo. Por mais bem montada que for a equipe, sempre haverá alguém para empurrá-la para o fundo do poço. Não está na hora do jogo ser decidido na bola e não mais no apito?
domingo, 5 de abril de 2009
O melhor presente para um centenário
por André Zuliani
Nada como ganhar de um rival. O clássico, em si, pode marcar uma partida tanto como um jogo de semi-final ou uma final de campeonato por muitas vezes poderem se tornar históricos. Mas o clássico desse fim de semana, um dos mais aclamados e famosos da história do futebol brasileiro, ficará marcado de vez no coração de muitos torcedores.
O Gre-Nal de número 376 deste domingo, o centésimo no Beira-Rio, marcou a primeira partida após a comemoração dos 100 anos do Internacional de Porto Alegre, e além de conseguir a vitória, manteve-se invicto contra o rival este ano e de quebra eliminou o Grêmio da Taça Fábio Koff, o 2º turno do Gaúchão, e se classificou para as semi-finais.
A partida foi disputada, com os dois times tentando atacar e a defesa de cada um contendo seus atacantes, e o jogo acabou se concentrando a maior parte no meio de campo. O Grêmio abriu o placar com um penalti assinalado pelo árbitro Leonardo Gaciba aos 19 do primeiro tempo, convertido por Tcheco. A torcida colorada pode ficar aliviada aos 33 minutos, com um penalti cometido por Thiego e transformado em gol por Andrézinho.
No 2º tempo, o jogo continuo muito disputado, tendo duas expulsões para cada lado (Taison pelo Inter, e Rafael Marques pelo Grêmio). Mas aos 32 minutos, o zagueiro Índio deu números finais a partida e a vitória ao Internacional.
Sempre é bom ganhar um clássico, mas um jogo marcado com uma história grande como esta merece mesmo ser lembrado pelos torcedores colorados. Afinal, que belo presente eles ganharam.
Nada como ganhar de um rival. O clássico, em si, pode marcar uma partida tanto como um jogo de semi-final ou uma final de campeonato por muitas vezes poderem se tornar históricos. Mas o clássico desse fim de semana, um dos mais aclamados e famosos da história do futebol brasileiro, ficará marcado de vez no coração de muitos torcedores.
O Gre-Nal de número 376 deste domingo, o centésimo no Beira-Rio, marcou a primeira partida após a comemoração dos 100 anos do Internacional de Porto Alegre, e além de conseguir a vitória, manteve-se invicto contra o rival este ano e de quebra eliminou o Grêmio da Taça Fábio Koff, o 2º turno do Gaúchão, e se classificou para as semi-finais.
A partida foi disputada, com os dois times tentando atacar e a defesa de cada um contendo seus atacantes, e o jogo acabou se concentrando a maior parte no meio de campo. O Grêmio abriu o placar com um penalti assinalado pelo árbitro Leonardo Gaciba aos 19 do primeiro tempo, convertido por Tcheco. A torcida colorada pode ficar aliviada aos 33 minutos, com um penalti cometido por Thiego e transformado em gol por Andrézinho.
No 2º tempo, o jogo continuo muito disputado, tendo duas expulsões para cada lado (Taison pelo Inter, e Rafael Marques pelo Grêmio). Mas aos 32 minutos, o zagueiro Índio deu números finais a partida e a vitória ao Internacional.
Sempre é bom ganhar um clássico, mas um jogo marcado com uma história grande como esta merece mesmo ser lembrado pelos torcedores colorados. Afinal, que belo presente eles ganharam.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Uma emoção...
por Luiz Felipe Chaguri
Como a muito tempo não se via. Ele errou, insistiu, perdeu todas as oportunidades e mais algumas, só que do Morumbi ele não saia sem deixar uma bola nas redes. Abraçado pelos companheiros após o seu tento, não se conteve.
Esse era Dagoberto, que após jogar o azar para longe, se emocionou e como um garotinho que marcava seu primeiro gol como profissional, se ajoelhou no gramado e o beijou para simbolizar o seu primeiro gol no ano.
''Era para ter saído antes, porque tive várias chances. Mas graças a Deus o gol saiu. Não estava passando por uma boa fase, mas o lema é sempre trabalhar e buscar que as coisas dão certas" -desabafou o atacante.
O camisa 25 ainda ressaltou que não vive um bom momento, porém o peso na suas costas diminuiu e muito.
'' No primeiro tempo, já era para o jogo estar 5 a 0. Eu perdi muitas chances. Mas felizmente o gol saiu, estava batalhando. Mas, sempre deixei claro que não sou artilheiro. E reconheço que não estou em boa fase. ''
Após essa vitória por 2x1, que ainda teve Washington marcando, o tricolor se classificou para as semifinais do Paulistão e agora deve entrar com um time misto frente ao São Caetano em Presidente Prudente, no domingo à tarde.
Como a muito tempo não se via. Ele errou, insistiu, perdeu todas as oportunidades e mais algumas, só que do Morumbi ele não saia sem deixar uma bola nas redes. Abraçado pelos companheiros após o seu tento, não se conteve.
Esse era Dagoberto, que após jogar o azar para longe, se emocionou e como um garotinho que marcava seu primeiro gol como profissional, se ajoelhou no gramado e o beijou para simbolizar o seu primeiro gol no ano.
''Era para ter saído antes, porque tive várias chances. Mas graças a Deus o gol saiu. Não estava passando por uma boa fase, mas o lema é sempre trabalhar e buscar que as coisas dão certas" -desabafou o atacante.
O camisa 25 ainda ressaltou que não vive um bom momento, porém o peso na suas costas diminuiu e muito.
'' No primeiro tempo, já era para o jogo estar 5 a 0. Eu perdi muitas chances. Mas felizmente o gol saiu, estava batalhando. Mas, sempre deixei claro que não sou artilheiro. E reconheço que não estou em boa fase. ''
Após essa vitória por 2x1, que ainda teve Washington marcando, o tricolor se classificou para as semifinais do Paulistão e agora deve entrar com um time misto frente ao São Caetano em Presidente Prudente, no domingo à tarde.
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